Meia noite, meia morte
Como começariam aqueles que já morreram,
Se não pelo corpo ou pela alma.
Qual parte do corpo escolheram,
Pra manifestar a dor que lhe causaram.
Se é que, não causaram a si mesmo,
Do tormento e vozes que os perseguiam,
Das imagens que passava em suas cabeças,
Será que precisavam apenas de um abraço,
Pra não irem embora? Pra tirar toda tristeza.
Os pulsos que jorram sangue, se fundem com a alma dilacerada.
Seus pensamentos eram um só;
Está é uma ótima noite pra morrer,
Ou escolher sobreviver o amanhã.
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